Imbuídos nesse propósito, todos os servidores do Núcleo, do atendente ao necrotomista, do perito ao diretor, do digitador ao motorista, são co-responsáveis pela cadeia que determina a eficiência do processo científico a que nos propomos, e nos é incumbida pela sociedade.
Ao longo do tempo, aqueles que formam a entidade têm empreendido esforços conjuntos para a construção de uma nova consciência de trabalho, defenestrando vícios, suprimindo ineficiências, otimizando práticas, em iniciativas que visam, além do eficaz desempenho de nossa missão, implementar uma relação humanizada, a fim de, tanto quanto possível, minorar a dor e o sofrimento das pessoas.
É, de certo, um longo caminho a percorrer, mas que o cremos viável e, sobretudo, necessário, indispensável e, por isso mesmo, exequível. Vislumbramos nos esforços de hoje a formatação de um futuro, a curto, médio e longo prazo, onde os princípios que nos regem, ciência, ética e consciência, possam continuar a ser observados crescentemente, para o bem de todos, para o bem da Justiça. Para o bem da vida!